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Consideraciones sobre el mercado hotelero en Brasil

El artículo traza un perfil sobre el mercado hotelero brasileño y las principales características de cada destino turístico con números que lo ilustran. VERSIÓN EN ESPAÑOL Y PORTUGUES



El parque hotelero de Brasil cuenta con 9 mil emprendimientos, totalizando 400 mil apartamentos, la mitad en San Pablo y en el Estado de Rio y un 25 % en el Nordeste donde se destaca Bahia.
En relación al mercado de inmuebles residenciales turísticos, los últimos relevamientos muestran que el 5 % de los europeos que visitan Brasil son propietarios de inmuebles. Hace seis años este numero era inexpresivo. En cuatro años se quintuplicó el número de portugueses con inmuebles en Brasil, cerca del 40 % de los inmuebles residenciales vendidos en Caera y en Rio Grande do Norte en 2004 fueron para extranjeros. Como consecuencia hubo un aumento significativo del número de vuelos regulares y charters de Europa para estas localidades del Nordeste.
En cuanto a los destinos turísticos brasileños el Estado de San Pablo refuerza su vocación como el mayor centro turístico de negocios del continente.
El gobierno Paulista planea un nuevo modelo de organización de circuitos turísticos y de agrupamiento de municipios en base a atractivos comunes.
La superoferta de hospedaje de la capital paulista redujo la tasa de ocupación y las tarifas, provocando una selección natural de su parque hotelero. Ahora por medio del sector de eventos la nueva SP Turis (ex Anhembi) procura potencializar el aumento de la demanda de hospedajes para volver a producir buenos resultados.
Rio es el principal destino turístico brasileño, por donde ingresa el 35 % de los extranjeros a Brasil, a pesar de los graves problemas de seguridad.
En Bahía fueron creadas doce zonas turísticas y la Costa de Coqueiros es el mayor caso de suceso en la costa Bahiaza, con emprendimientos consagrados como Praia do Forte Ecoresort y la Costa do Sauípe, actuando como anclas de varios otros resorts y condominios de grupos portugueses, españoles e italianos.
Pernambuco vive un boom de desarrollo turístico, especialmente en Cabo de Santo Agostinho, Muro Alto y Porto de Galinhas, con por los menos seis grandes resorts. O Ceará vive una inédita experiencia de ser una extensión de territorio portugués, tantos son los proyectos de hoteles y emprendimientos inmobiliarios en construcción en Aquiraz, Beberibe, Jericoacoara, hay además seis protocolos de intención firmados con el gobierno del estado que involucran capital portugués.
En Rio Grande do Norte, es posible identificar varios nuevos proyectos de resorts de grupos portugueses y españoles y la consolidación de destinos como Ponta Negra, Pipa, Tibau do Sul y Touros.
En Alagoas se destaca el Proyecto Onda Azul, en Barra de Camaragibe y Maragogi. Sergipe, Paraíba; Maranhao, Piauí y Pará comienzan a atraer a inversores por causa de los altos precios de los inmuebles en los estados vecinos. El Amazonas presenta varios proyectos de hoteles en la selva y de nuevos navios, verdaderos resorts flotantes.
La consecuencia natural es una exploración de otros destinos como Foz do Iguaçu, Bonito, Pan tanal Mato-Grossense, chapadas, sierras y parques, en ciudades históricas de Minas Gerais, y en las ciudades serranas de Gramado, Campos do Jordão e Teresópolis.
Con esto acreditamos que el crecimiento de la demanda turística para el Brasil estará ligado a la divulgación del Destino Brasil, al crecimiento de la economía del país y a inversiones en mano de obra y mejora de infraestructura y a un aumento de vuelos, especialmente internacionales.


Autor: Caio Sergio Calfat Jacob, es director de CJ&N Real Estate Consulting www.cjen.com.br y presidente de Latin American Real Estate Society - Sociedad Latino - Americana de Estudios Inmobiliarios www.lares.org.br
© ReporteInmobiliario.com, 2003-2004, Lunes 15 de Agosto de 2005

Considerações sobre o mercado hoteleiro no Brasil




O parque hoteleiro do Brasil tem 9 mil empreendimentos, totalizando 400 mil apartamentos, metade em São Paulo e no Estado do Rio - e 25% no Nordeste, com destaque para a Bahia.
Em relação ao mercado de imóveis residenciais turísticos, os últimos levantamentos mostram que 5% dos europeus que visitam o Brasil são proprietários de imóveis. Há seis anos, este número era inexpressivo. Em quatro anos, quintuplicou o número de portugueses com imóveis no Brasil - cerca de 40% dos imóveis residenciais vendidos no Ceará e no Rio Grande do Norte em 2004 foram para estrangeiros. Como conseqüência, houve! um significativo aumento no número de vôos regulares e charters da Europa para as capitais nordestinas.
Quanto aos destinos turísticos brasileiros, o Estado de São Paulo reforça sua vocação como o maior centro de turismo de negócios do continente.
São Paulo, sob o ponto de vista turístico, é auto-sustentável - a capital é o maior pólo emissor nacional e internacional do País, seguida do interior. O governo paulista planeja um novo modelo de organização de circuitos turísticos e o agrupamento dos municípios de atrativos comuns.
A superoferta de hospedagem na capital paulista reduziu a taxa de ocupação e as tarifas praticadas, provocando a seleção natural de seu parque hoteleiro. Agora, por meio do setor de eve! ntos e de ações da nova SP Turis (ex-Anhembi), procura potencializar o aumento da demanda de hóspedes, para voltar a produzir bons resultados. Em destinos turísticos de lazer, como no litoral e em destinos campestres e serranos, porém, há oferta precária de hospedagem e condições de crescimento.
O Rio ainda é o principal destino turístico brasileiro, por onde entram 35% dos estrangeiros no Brasil, apesar dos graves problemas de segurança. A cidade não viveu a explosão dos flats e, com a boa performance do setor hoteleiro, há demanda para mais hotéis de negócios, na capital, e de lazer e eventos nos destinos litorâneos ou serranos. No interior, Macaé é a estrela em turismo de negócios.
Na Bahia foram criadas doze zo! nas turísticas e a Costa dos Coqueiros é o maior case de sucesso da costa baiana, com empreendimentos consagrados, como o Praia do Forte Ecoresort e a Costa do Sauípe, atuando como âncoras de vários outros resorts e condomínios de grupos portugueses, espanhóis e italianos.
Pernambuco vive o boom do desenvolvimento turístico, especialmente em Cabo de Santo Agostinho, Muro Alto e Porto de Galinhas, com pelo menos seis grandes resorts.
O Ceará vive a inédita experiência de ser a extensão do território português, tantos são os projetos de hotéis e empreendimentos imobi! liários em construção em Aquiraz, Beberibe, Jericoacoara - há seis protocolos de intenção assinados com o governo estadual envolvendo capital português.
Identificam-se, no Rio Grande do Norte, vários novos projetos, como os resorts de grupos portugueses e espanhóis e a consagração de destinos como Ponta Negra, Pipa, Tibau do Sul e Touros.
Em Alagoas, destaque para o Projeto Onda Azul, em Barra de Camaragibe e Maragogi. Sergipe, Paraíba, Maranhão, Piauí e Pará começam a atrair os investidores por causa da alta dos preços dos imóveis nos Estados vizinhos. O Amazonas apresenta vários projetos de hotéis de selva e novos navios, verdadeiros resorts flutuantes.

CERCA DE 5% DOS EUROPEUS QUE VISITAM O PAÍS SÃO DONOS DE IMÓVEIS


A seqüência natural é a exploração de outros destinos como Foz do Iguaçu, Bonito, Pan! tanal Mato-Grossense, chapadas, serras e parques, as cidades históricas de Minas Gerais, as cidades serranas de Gramado, Campos do Jordão e Teresópolis.
Com isso, acreditamos que o crescimento da demanda turística para o Brasil esteja ligado à divulgação do Destino Brasil, ao crescimento da economia do País, a investimentos em mão-de-obra e melhoria de infra-estrutura e ao aumento de vôos, especialmente internacionais.




© ReporteInmobiliario.com, Agosto 2005.

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